HOLOCAUSTO
Ao pesquisar sobre o vocabulário Holocausto percebi que existe varias alterações feitas por diferentes contribuições em tempos e idiomas diferentes. Observe o exemplo Joatg às 8h 43 min de 5 de julho de 2004 e Viniciusmc às 17h 11min de 16 de novembro de 2011.
Por ser uma enciclopédia livre esta sujeita ao vandalismo, pois é recomendável o uso dessa ferramenta porque ela possibilita a leitura e a crítica, da pesquisa e também da produção
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
3.5 NAVEGANDO ENTRE OS BLOGS
A biosfera é um termo coletivo que compreende os weblogs (blogs) com uma comunidade ou rede social. O conceito de blogesfera é importante para a compreensão dos blogs.
Nos blogs são essenciais, apenas os textos publicado do pensamento do autor enquanto a biosfera é um fenômeno social
Após navegar e visitar alguns blogs educacionais nos sites sugeridos e no portal do professor , conhecemos blogs super interessantes com sugestões de atividades excelentes para sala de aula, informações e projetos riquíssimos sobre educação.
Os blogs é uma reforma de interagir e trocar experiências através de comentários e de relatos de educadores publicados em seus blogs, isto nos possibilitou compreender o papel dos blogs na construção do conhecimento e do processo ensino aprendizagem.
A biosfera é um termo coletivo que compreende os weblogs (blogs) com uma comunidade ou rede social. O conceito de blogesfera é importante para a compreensão dos blogs.
Nos blogs são essenciais, apenas os textos publicado do pensamento do autor enquanto a biosfera é um fenômeno social
Após navegar e visitar alguns blogs educacionais nos sites sugeridos e no portal do professor , conhecemos blogs super interessantes com sugestões de atividades excelentes para sala de aula, informações e projetos riquíssimos sobre educação.
Os blogs é uma reforma de interagir e trocar experiências através de comentários e de relatos de educadores publicados em seus blogs, isto nos possibilitou compreender o papel dos blogs na construção do conhecimento e do processo ensino aprendizagem.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
WIKIPÉDIA
WIKIPÉDIA é um site colaborativa que os leitores conseguem obter informações através da leitura. O Wikipédia pode ser fonte de acesso para pesquisas pelo seu amplo campo de informações, que facilita e ajuda os seus leitores .
O mais interessante é que o site serve como troca de informações pois as pessoas que buscam o site também pode complementar suas pesquisas.
Hoje em dia tudo acontece muito rápido, então você tem que esta preparado e a Wikipédia está aí para isso.
Características dos bullie
Em um estudo entre alunos autores de bullying, 51,8% afirmaram que não receberam nenhum tipo de orientação ou advertência por seus atos. Provavelmente porque 41,6% dos que admitiram ser alvos de bullying relatarem não ter solicitado ajuda aos colegas, professores ou família.[8]
Pesquisas[9] indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido[10] que uma deficiência em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser particulares fatores de risco. Estudos adicionais[11] têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do assédio escolar, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies (ou bulidores)[6] sofram de qualquer déficit de autoestima.[12] Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a autoimagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas.[13]
É frequentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:
"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do assédio escolar durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta".[14]
O assédio escolar não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o assédio escolar frequentemente funciona por meio de abuso psicológico ou verbal.
Os bullies sempre existiram mas eram (e ainda são) chamados em português de rufias, esfola-caras, brigões, acossadores, cabriões, avassaladores, valentões e verdugos.
Os valentões costumam ser hostis, intolerantes e usar a força para resolver seus problemas.[15] Porém, eles também frequentemente foram vítimas de violência, maus-tratos, vulnerabilidade genética, falência escolar e experiências traumáticas. Comportamentos auto-destrutivos como consumo de álcool e drogas e correr riscos desnecessários são vistos com mais frequência entre os autores de bullying.[16]
Quanto mais sofrem com violência e abusos, mais provável é deles repetirem esses comportamentos em sua vida diária e negligenciarem seu próprio bem estar
No Brasil
Uma pesquisa do IBGE realizada em 2009 revelou que quase um terço (30,8%) dos estudantes brasileiros informou já ter sofrido bullying, sendo maioria das vítimas do sexo masculino. A maior proporção de ocorrências foi registrada em escolas privadas (35,9%), ao passo que nas públicas os casos atingiram 29,5% dos estudantes.[34]
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com 5.168 alunos de 25 escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. Entre todos os entrevistados, pelo menos 17% estão envolvidos com o problema - seja intimidando alguém, sendo intimidados ou os dois. A forma mais comum é a cibernética, a partir do envio de e-mails ofensivos e difamação em sites de relacionamento como o Orkut.[35]
Em 2009, uma pesquisa do IBGE apontou as cidades de Brasília e Belo Horizonte como as capitais brasileiras com maiores índices de assédio escolar, com 35,6% e 35,3%, respectivamente, de alunos que declararam esse tipo de violência nos últimos 30 dias.[36]
Casos célebres
Na Grande São Paulo, uma menina apanhou até desmaiar por colegas que a perseguiam[37] e em Porto Alegre um jovem foi morto com arma de fogo durante um longo processo de assédio escolar.[38]
Em maio de 2010, a Justiça obrigou os pais de um aluno do Colégio Santa Doroteia, no bairro Sion de Belo Horizonte, a pagar uma indenização de R$ 8 mil a uma garota de 15 anos por conta de assédio escolar[39]. A estudante foi classificada como G.E. (sigla para integrantes de grupo de excluídos) por ser supostamente feia e as insinuações se tornaram frequentes com o passar do tempo, e entre elas, ficaram as alcunhas de tábua, prostituta, sem peito e sem bunda.[40][41] Os pais da menina alegaram que procuraram a escola, mas não conseguiram resolver a questão.[42][43] O juiz relatou que as atitudes do adolescente acusado pareciam não ter "limite" e que ele "prosseguiu em suas atitudes inconvenientes de 'intimidar'", o que deixou a vítima, segundo a psicóloga que depôs no caso, "triste, estressada e emocionalmente debilitada"[44]. O colégio de classe média alta não foi responsabilizado.[44]
Na USP, o jornal estudantil O Parasita ofereceu um convite a uma festa brega aos estudantes do curso que, em troca, jogassem fezes em um gay.[45][46] Um dos alunos a quem o jornal faz referência chegou a divulgar, em outra ocasião, estudantes da Farmácia chegaram a atirar uma lata de cerveja cheia em um casal de homossexuais, que também era do curso, durante o tradicional happy hour de quinta-feira na Escola de Comunicações e Artes da USP. Ele disse que não pretende tomar nenhuma providência judicial contra os colegas, embora tenha ficado revoltado com a publicação da cartilha.[46]
Também em junho de 2010, um aluno de nona série do Colégio Neusa Rocha, no Bairro São Luiz, na região da Pampulha de Belo Horizonte, foi espancado na saída de seu colégio, com a ajuda de mais seis estudantes armados com soco inglês.[47] A vítima ficou sabendo que o grupo iria atacar outro colega por ele ser "folgado e atrevido", sendo inclusive convidada a participar da agressão.[47]
Em entrevista ao Estado de Minas, disse: Eles me chamaram para brigar com o menino. Não aceitei e fui a contar a ele o que os outros estavam querendo fazer, como forma de alertá-lo. Quando a dupla soube que contei, um deles colocou o dedo na minha cara e me ameaçou dentro de sala, durante aula de ciências. Ele ainda ligou, escondido, pelo celular, para outro colega, que estuda pela manhã, e o chamou para ir à tarde na escola.[48]
Durante o ano de 2010, Bárbara Evans, filha de Monique Evans e estudante da Universidade Anhembi Morumbi (onde cursava o primeiro ano de Nutrição), em São Paulo, entrou na Justiça com um processo de assédio escolar realizado por seus colegas.[49] No dia 12/06/2010, um sábado à noite, o muro externo do estacionamento do campus Centro da referida Universidade foi pichado com ofensas a ela e a sua mãe.[50]
Em recente caso julgado no Rio Grande do Sul (Proc. nº 70031750094 da 6ª Câmara Cível do TJRS), a mãe do bullie foi condenada civilmente a pagar indenização no valor de R$ 5 mil (cinco mil reais) à vítima. Foi um legítimo caso de cyberbullying, já que o dano foi causado por meio da Internet, em fotolog (flog) hospedado pelo Portal Terra. No caso, o Portal não foi responsabilizado, pois retirou as informações do ar em uma semana. Não ficou claro, entretanto, se foi uma semana após ser avisado informalmente ou após ser judicialmente notificado.[51]
Alguns casos de assédio escolar entre crianças têm anuência dos próprios pais, como um envolvendo um garoto de 9 anos de Petrópolis. A mãe resolveu tirar satisfação com a criança que constantemente agredia seu filho na escola e na rua, mas o pai do outro garoto, em resposta, procurou a mãe do outro garoto chamado de "boiola" e "magrelo". Ela foi empurrada em uma galeria, atingida no rosto, jogada no chão e ainda teve uma costela fraturada. O caso registrado em um vídeo foi veiculado na internet e ganhou os principais jornais e telejornais brasileiros.[52][53]
Em 2011, a 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou uma escola privada a pagar indenização a uma vítima de bullying.[54]
Em 2011, o Massacre de Realengo, no qual 12 crianças morreram alvejadas por tiros, foi atribuído, por ex-estudantes da escola e ex-colegas do atirador, a uma vingança por bullying.[55] O atirador, que se suicidou durante a tragédia, também citou o bullying como a motivação para o crime nos vídeos recuperados pela polícia durante as investigações.[56][57]
Um garoto de Campo Grande (MS) do oitavo ano de ensino fundamental foi obrigado por outro garoto a passar por diversas situações vexatórias, como fazer atividades escolares e pagar lanches para ele na escola para ser poupado de agressões físicas.[58][59] O caso avançou para a extorsão de dinheiro, causando à vítima a subtração de cerca de R$ 500 em em ano.[58] O caso foi parar na 27º Promotoria da Infância e Juventude do município que apurou, por meio de ligações telefônicas, que realmente ocorria a extorsão, e a um flagrante feito pela polícia, quando o garoto daria mais R$ 50 ao agressor.[58] Penalizado, o garoto foi submetido a ações previstas no programa contra violência e evasão escolar, o Procese, em desenvolvimento no município há dois anos. O valor subtraído foi pago pela mãe do Valentão aos pais do garoto agredido.[58] O bullie de 13 anos foi obrigado pela promotoria a levar os pratos utilizados durante a merenda e a lavar o pátio escolar durante 3 meses, além de poder ter de frequentar um curso sobre bullying.[58
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying
WIKIPÉDIA é um site colaborativa que os leitores conseguem obter informações através da leitura. O Wikipédia pode ser fonte de acesso para pesquisas pelo seu amplo campo de informações, que facilita e ajuda os seus leitores .
O mais interessante é que o site serve como troca de informações pois as pessoas que buscam o site também pode complementar suas pesquisas.
Hoje em dia tudo acontece muito rápido, então você tem que esta preparado e a Wikipédia está aí para isso.
Características dos bullie
Em um estudo entre alunos autores de bullying, 51,8% afirmaram que não receberam nenhum tipo de orientação ou advertência por seus atos. Provavelmente porque 41,6% dos que admitiram ser alvos de bullying relatarem não ter solicitado ajuda aos colegas, professores ou família.[8]
Pesquisas[9] indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido[10] que uma deficiência em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser particulares fatores de risco. Estudos adicionais[11] têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do assédio escolar, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies (ou bulidores)[6] sofram de qualquer déficit de autoestima.[12] Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a autoimagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas.[13]
É frequentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:
"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do assédio escolar durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta".[14]
O assédio escolar não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o assédio escolar frequentemente funciona por meio de abuso psicológico ou verbal.
Os bullies sempre existiram mas eram (e ainda são) chamados em português de rufias, esfola-caras, brigões, acossadores, cabriões, avassaladores, valentões e verdugos.
Os valentões costumam ser hostis, intolerantes e usar a força para resolver seus problemas.[15] Porém, eles também frequentemente foram vítimas de violência, maus-tratos, vulnerabilidade genética, falência escolar e experiências traumáticas. Comportamentos auto-destrutivos como consumo de álcool e drogas e correr riscos desnecessários são vistos com mais frequência entre os autores de bullying.[16]
Quanto mais sofrem com violência e abusos, mais provável é deles repetirem esses comportamentos em sua vida diária e negligenciarem seu próprio bem estar
No Brasil
Uma pesquisa do IBGE realizada em 2009 revelou que quase um terço (30,8%) dos estudantes brasileiros informou já ter sofrido bullying, sendo maioria das vítimas do sexo masculino. A maior proporção de ocorrências foi registrada em escolas privadas (35,9%), ao passo que nas públicas os casos atingiram 29,5% dos estudantes.[34]
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com 5.168 alunos de 25 escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. Entre todos os entrevistados, pelo menos 17% estão envolvidos com o problema - seja intimidando alguém, sendo intimidados ou os dois. A forma mais comum é a cibernética, a partir do envio de e-mails ofensivos e difamação em sites de relacionamento como o Orkut.[35]
Em 2009, uma pesquisa do IBGE apontou as cidades de Brasília e Belo Horizonte como as capitais brasileiras com maiores índices de assédio escolar, com 35,6% e 35,3%, respectivamente, de alunos que declararam esse tipo de violência nos últimos 30 dias.[36]
Casos célebres
Na Grande São Paulo, uma menina apanhou até desmaiar por colegas que a perseguiam[37] e em Porto Alegre um jovem foi morto com arma de fogo durante um longo processo de assédio escolar.[38]
Em maio de 2010, a Justiça obrigou os pais de um aluno do Colégio Santa Doroteia, no bairro Sion de Belo Horizonte, a pagar uma indenização de R$ 8 mil a uma garota de 15 anos por conta de assédio escolar[39]. A estudante foi classificada como G.E. (sigla para integrantes de grupo de excluídos) por ser supostamente feia e as insinuações se tornaram frequentes com o passar do tempo, e entre elas, ficaram as alcunhas de tábua, prostituta, sem peito e sem bunda.[40][41] Os pais da menina alegaram que procuraram a escola, mas não conseguiram resolver a questão.[42][43] O juiz relatou que as atitudes do adolescente acusado pareciam não ter "limite" e que ele "prosseguiu em suas atitudes inconvenientes de 'intimidar'", o que deixou a vítima, segundo a psicóloga que depôs no caso, "triste, estressada e emocionalmente debilitada"[44]. O colégio de classe média alta não foi responsabilizado.[44]
Na USP, o jornal estudantil O Parasita ofereceu um convite a uma festa brega aos estudantes do curso que, em troca, jogassem fezes em um gay.[45][46] Um dos alunos a quem o jornal faz referência chegou a divulgar, em outra ocasião, estudantes da Farmácia chegaram a atirar uma lata de cerveja cheia em um casal de homossexuais, que também era do curso, durante o tradicional happy hour de quinta-feira na Escola de Comunicações e Artes da USP. Ele disse que não pretende tomar nenhuma providência judicial contra os colegas, embora tenha ficado revoltado com a publicação da cartilha.[46]
Também em junho de 2010, um aluno de nona série do Colégio Neusa Rocha, no Bairro São Luiz, na região da Pampulha de Belo Horizonte, foi espancado na saída de seu colégio, com a ajuda de mais seis estudantes armados com soco inglês.[47] A vítima ficou sabendo que o grupo iria atacar outro colega por ele ser "folgado e atrevido", sendo inclusive convidada a participar da agressão.[47]
Em entrevista ao Estado de Minas, disse: Eles me chamaram para brigar com o menino. Não aceitei e fui a contar a ele o que os outros estavam querendo fazer, como forma de alertá-lo. Quando a dupla soube que contei, um deles colocou o dedo na minha cara e me ameaçou dentro de sala, durante aula de ciências. Ele ainda ligou, escondido, pelo celular, para outro colega, que estuda pela manhã, e o chamou para ir à tarde na escola.[48]
Durante o ano de 2010, Bárbara Evans, filha de Monique Evans e estudante da Universidade Anhembi Morumbi (onde cursava o primeiro ano de Nutrição), em São Paulo, entrou na Justiça com um processo de assédio escolar realizado por seus colegas.[49] No dia 12/06/2010, um sábado à noite, o muro externo do estacionamento do campus Centro da referida Universidade foi pichado com ofensas a ela e a sua mãe.[50]
Em recente caso julgado no Rio Grande do Sul (Proc. nº 70031750094 da 6ª Câmara Cível do TJRS), a mãe do bullie foi condenada civilmente a pagar indenização no valor de R$ 5 mil (cinco mil reais) à vítima. Foi um legítimo caso de cyberbullying, já que o dano foi causado por meio da Internet, em fotolog (flog) hospedado pelo Portal Terra. No caso, o Portal não foi responsabilizado, pois retirou as informações do ar em uma semana. Não ficou claro, entretanto, se foi uma semana após ser avisado informalmente ou após ser judicialmente notificado.[51]
Alguns casos de assédio escolar entre crianças têm anuência dos próprios pais, como um envolvendo um garoto de 9 anos de Petrópolis. A mãe resolveu tirar satisfação com a criança que constantemente agredia seu filho na escola e na rua, mas o pai do outro garoto, em resposta, procurou a mãe do outro garoto chamado de "boiola" e "magrelo". Ela foi empurrada em uma galeria, atingida no rosto, jogada no chão e ainda teve uma costela fraturada. O caso registrado em um vídeo foi veiculado na internet e ganhou os principais jornais e telejornais brasileiros.[52][53]
Em 2011, a 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou uma escola privada a pagar indenização a uma vítima de bullying.[54]
Em 2011, o Massacre de Realengo, no qual 12 crianças morreram alvejadas por tiros, foi atribuído, por ex-estudantes da escola e ex-colegas do atirador, a uma vingança por bullying.[55] O atirador, que se suicidou durante a tragédia, também citou o bullying como a motivação para o crime nos vídeos recuperados pela polícia durante as investigações.[56][57]
Um garoto de Campo Grande (MS) do oitavo ano de ensino fundamental foi obrigado por outro garoto a passar por diversas situações vexatórias, como fazer atividades escolares e pagar lanches para ele na escola para ser poupado de agressões físicas.[58][59] O caso avançou para a extorsão de dinheiro, causando à vítima a subtração de cerca de R$ 500 em em ano.[58] O caso foi parar na 27º Promotoria da Infância e Juventude do município que apurou, por meio de ligações telefônicas, que realmente ocorria a extorsão, e a um flagrante feito pela polícia, quando o garoto daria mais R$ 50 ao agressor.[58] Penalizado, o garoto foi submetido a ações previstas no programa contra violência e evasão escolar, o Procese, em desenvolvimento no município há dois anos. O valor subtraído foi pago pela mãe do Valentão aos pais do garoto agredido.[58] O bullie de 13 anos foi obrigado pela promotoria a levar os pratos utilizados durante a merenda e a lavar o pátio escolar durante 3 meses, além de poder ter de frequentar um curso sobre bullying.[58
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Você já cometeu ou sofreu BULLYING?
Muitos acham que bullying se resume a agressões físicas, mas vai muito além.
Antes de tudo, precisamos entender o que é bullying.
Entende-se por Bullying, toda e qualquer agressão, seja ela física ou psicológica, que pode ocorrer na escola, na rua, em casa, no trabalho, e na sociedade, em geral.
Bater, agredir, perseguir, aterrorizar, amedrontar, ofender, empurrar, chutar, sacanear, intimidar, excluir, isolar, fazer sofrer, dominar, ignorar, humilhar, discriminar, assediar, ferir, roubar, quebrar pertences. Todos esses atos são consideradas bullying.
Vamos manter os olhos abertos e prestar mais atenção nas coisas a nossa volta, devemos observar principalmente, nossas crianças e adolescentes, para evitar e amenizar a cada dia, essa situação que está tão difícil e quase fora de controle.
ANDRESSA TEIXEIRA
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
O papel da família
Já a família deve valorizar o diálogo. Não se avalia pelo boletim se a criança sofre bullying. O lema "passou de ano está bom" só serve para pais omissos.
Os pais devem estar atentos se o seu filho tem amigos, se conhece pessoas que sofrem alguma agressão ou se ele mesmo é intimidado na escola. A função da família é permitir que o filho exponha seu sofrimento.
Por que a criança tem medo de falar com os pais?
Principalmente porque tem medo de se expor e acha que os pais não vão valorizar os seus sentimentos. "No caso dos agressores, a família deve saber corrigi-los para que eles não continuem com as agressões na escola, mas não pelo medo de serem castigados, e sim, pelo tradicional método do diálogo aberto e da educação familiar, que é indispensável a qualquer indivíduo que viv coletivamente e de forma respeitosa", ressalta a psicóloga Rita Romaro.
O bullying deve ser levado a sério por toda a comunidade escolar e familiar. Aos pais, cabe decidir qual a melhor escola para os seus filhos - muitas vezes, a escola que oferece a melhor educação formal não possui o ambiente mais saudável.
http://www.minhavida.com.br/familia/materias/12927-saiba-identificar-e-combater-o-bullying-nas-escolas
Já a família deve valorizar o diálogo. Não se avalia pelo boletim se a criança sofre bullying. O lema "passou de ano está bom" só serve para pais omissos.
Os pais devem estar atentos se o seu filho tem amigos, se conhece pessoas que sofrem alguma agressão ou se ele mesmo é intimidado na escola. A função da família é permitir que o filho exponha seu sofrimento.
Por que a criança tem medo de falar com os pais?
Principalmente porque tem medo de se expor e acha que os pais não vão valorizar os seus sentimentos. "No caso dos agressores, a família deve saber corrigi-los para que eles não continuem com as agressões na escola, mas não pelo medo de serem castigados, e sim, pelo tradicional método do diálogo aberto e da educação familiar, que é indispensável a qualquer indivíduo que viv coletivamente e de forma respeitosa", ressalta a psicóloga Rita Romaro.
O bullying deve ser levado a sério por toda a comunidade escolar e familiar. Aos pais, cabe decidir qual a melhor escola para os seus filhos - muitas vezes, a escola que oferece a melhor educação formal não possui o ambiente mais saudável.
http://www.minhavida.com.br/familia/materias/12927-saiba-identificar-e-combater-o-bullying-nas-escolas
O que é bullying?
Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.
"É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podesm apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtml
Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.
"É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podesm apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtml
O que é bullying?
Bullying é um comportamento consciente, intencional, deliberado, hostil e repetido, de uma ou mais pessoas, cuja intenção é ferir outros. Bullying pode assumir várias formas e pode incluir diferentes
comportamentos, tais como:
Violência e ataques físicos
Gozações verbais, apelidos e insultos
Ameaças e intimidações
Extorsão ou roubo de dinheiro e pertences
Exclusão do grupo de colegas
Bullying é uma afirmacao de poder através de agressão. Suas formas mudam com a idade: bullying escolar, assédio sexual, ataques de gangue, violência no namoro, violência conjugal, abuso infantil, assédio no local de trabalho e abuso de idosos (Pepler e Craig, 1997).
“Bullying nao está relacionado a raiva. Nao é um conflito a ser resolvido, tem a ver com desprezo– um forte sentimento de desgostar de alguém considerado como sem valor, inferior ou nao merecedor derespeito. Este desprezo vem acompanhado por três aparentes vantagens psicológicas que permitem que se machuque os outros sem sentir empatia, compaixão ou vergonha: -um sentimento de poder, de que se tem o direito de ferir ou controlar outros; uma intolerância à diferença; e uma liberdade de excluir, barrar, isolar e segregar outros” (Barabara Coloroso, `The bully, the bullied and the bystander`)
http://www.bullying.org/external/documents/Bullying_Myths-Facts_Portuguese.pdf
Bullying é um comportamento consciente, intencional, deliberado, hostil e repetido, de uma ou mais pessoas, cuja intenção é ferir outros. Bullying pode assumir várias formas e pode incluir diferentes
comportamentos, tais como:
Violência e ataques físicos
Gozações verbais, apelidos e insultos
Ameaças e intimidações
Extorsão ou roubo de dinheiro e pertences
Exclusão do grupo de colegas
Bullying é uma afirmacao de poder através de agressão. Suas formas mudam com a idade: bullying escolar, assédio sexual, ataques de gangue, violência no namoro, violência conjugal, abuso infantil, assédio no local de trabalho e abuso de idosos (Pepler e Craig, 1997).
“Bullying nao está relacionado a raiva. Nao é um conflito a ser resolvido, tem a ver com desprezo– um forte sentimento de desgostar de alguém considerado como sem valor, inferior ou nao merecedor derespeito. Este desprezo vem acompanhado por três aparentes vantagens psicológicas que permitem que se machuque os outros sem sentir empatia, compaixão ou vergonha: -um sentimento de poder, de que se tem o direito de ferir ou controlar outros; uma intolerância à diferença; e uma liberdade de excluir, barrar, isolar e segregar outros” (Barabara Coloroso, `The bully, the bullied and the bystander`)
http://www.bullying.org/external/documents/Bullying_Myths-Facts_Portuguese.pdf
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Projeto Bullying
Tempo previsto: uma semana (12,13,14,15,16 de setembro)
Compontentes: Itajacy, Maria Everane, Nilde
Professoras: Todas
Orientadora: Cirene
Coordenadoras: Luisa e Neusa
Diretora: Maria Nisse
Justificativa
Hoje é de fundamental importância trabalhar o Bullying em sala de aula, além de ser um tema abordado em todos os meios de comunicação está presente também no ambiente escolar. Para abordar esse tema em todos os anos optamos por trabalhar no Dia “D” de Leitura este assunto tão comentado e vivenciado em nossa sociedade.
Produto Final:
Apresentações dos trabalhos nos murais da escola;
Apresentações teatrais na quadra de esola no momento civico;
Parceria entre turmas dos 5° e 1° anos para informações sobre o assunto;
Conscientização sobre o Bullying.
Objetivo geral:
Encontrar respostas para a seguinta problamática: Por que o Bullying está tão presente na escola? Entretanto, as ações e os conhecimentos necessários para compreensão deste tema deverão ser compreendida, discutida, planejada e solucionada por toda equipe escolar: professor, coordenador, alunos, orientador e gestor, entendendo que todos tem responsabilidades e deveres para construção de um ambiente favorável e harmonioso para todos sem distinção alguma
Àrea do Conhecimento: Ciências
Conteúdos:
· Conhecimento da existência de direitos e deveres dos alunos nos meios sociais e na escola.
· Respeito ao corpo humano.
Objetivos:
· Reconhecer os aspectos individuais e comuns das pessoas;
· Reconhecer-se como cidadão com direitos e deveres;
Àrea do Conhecimento: Língua Portuguesa
Conteúdos:
· Produção textual escrito;
· Formação de frases e diálogo;
· Trocas de ideias entre colegas sobre o bullying;
· Leituras e pesquisa sobre o bullying;
· Poesia.
Objetivos:
· Buscar informações sobre o Bullying por meio da internet, informativos, leitura diversas e de imagens.
· Ouvir e contar experiência de fatos vividos ou visto.
· Emitir opiniões e conceitos oralizados ás questões levantadas no grupo.
Àrea do Conhecimento: História e Geografia
Conteúdos:
· Espaço urbano e rural ( relação campo cidade forma de falar);
· Convivência social;
· Origem do homem;
· Respeito a diversidade cultural
Objetivos:
· Utilizar a comunicação oral para estudar a forma de expressão das pessoas do campo e da cidade valorizando e respeitando a cultura de cada um.
· Saber conviver com a diversidade cultural das pessoas sem provocar nem um tipo de Bullying.
Àrea do Conhecimento: Matemática e arte
Conteúdos:
· Problemas;
· Tabelas e gráficos;
· Porcentagem;
· Desenho livre;
· Recorte e colagem;
· Brincadeiras com dinâmicas educativas.
Objetivos:
· Propor aos alunos que criem problemas envolvendo a discriminação ou bullying.
· Trabalhar gráficos com simulações sobre a prática do bullying nas escola.
· Construir um desenho representando o bulying e outro propondo a paz.
Etapas:
1- Rodas de conversas: O que você sabe sobre o Bullying? Vamos pesquisar sobre o assunto? O que você pode fazer para evitar o Bullying.
2- Construir texto coletivo e individual escrito com os alunos.
3- Trazer imagens que retrate o Bullying e fazar uma leitura visual.
4- Roda de leituras sobre o tema que os próprios alunos podem trazer de casa.
5- Cartaz que retrate o Bullying e a paz e depois expor nos murais da escola.
6 -Roda de história onde os alunos possam relatar sua vivência sobre o Bullying.
7- Construir problemas, tabelas e gráficos sobre o tema.
8- Assistir vídeos que retrate o Bullying.
9- Finalizar os estudos sobre o Bullying com o momento civico na sexta feira com apresentações teatrais criada pela professoras e alunos em sala de aula, poesia e outra atividades propostas por cada professora.
Avaliação do Projeto
Verificar qual foi a colaboração do Projeto “Diga Não ao Bullying” em relação a aprendizagem e atitudes dos alunos na convivência escolar e no meio social.
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